João Gabriel se surpreendeu da quantidade de resíduo que pode ser feita a reciclagem Segundo a professora Maristela, a reciclagem é trabalhada desde o primeiro ano, onde é ensinada a importância dos cuidados no descarte do lixo. “A escola á um complemento do que a família já ensina desde pequenos, e a gente tem o papel de reforçar. Nós todos precisamos cumprir esse papel que é importante”, destaca. Esta escola representa outras tantas que visitam a Ong Verde Vida e repassam para seus alunos da importância ambiental da reciclagem. Para a Ong Verde Vida, que completa 23 anos nesta terça-feira (19), a reciclagem surgiu como um trabalho ambiental, mas no decorrer desta caminhada o compromisso ficou cada vez maior, e hoje, o ciclo da reciclagem possui um papel muito mais amplo, trazendo emprego, renda e resgate social de famílias e crianças em vulnerabilidade. Para Odair Balen, hoje, o papel da Ong, antes mais restrito ao bairro São Pedro, hoje é um espelho para toda Chapecó. “O Verde Vida procurou no decorrer dos anos evoluir sintonizado com duas demandas sociais fortes: a questão ambiental e a inclusão social". A ONG abre espaço para visitas de Chapecó e toda região para falar do papel ambiental e social da ONG Para Balen a partir dessas diretrizes, busca-se alcançar resultados relevantes à comunidade. "Muitos adolescentes atendidos, hoje são pais de família, buscam na vida tudo que ela pode oferecer, graças ao aprendizado de valores, à percepção de que com o próprio esforço podem sair da pobreza e das limitações da mesma, viabilizam-se como seres humanos, e não comprometem seu futuro. São inúmeras as experiências bem sucedidas graças às oportunidades oferecidas nas oficinas de convivência educativa oferecidas pelo Verde Vida. Qualquer cidadão ou empresa pode ser parte ativa dessa transformação. Basta auxiliar o Verde Vida. Conheça um pouco mais do Programa consultando nosso site www.verdevida.org.br, facebook/Ong Verde Vida”. Sara Piaia é assistente social da Ong e conhece bem a realidade dos jovens atendidos. Ela participa desde a seleção dos jovens e acompanha a evolução através do atendimento socioassistencial realizado juntamente com a psicóloga Aline Ricardi. “ Eles chegam aqui vivendo situações de vulnerabilidades sociais e de risco como abaixa auto estima, pela situação social a qual vivem, ou por estarem passando por processos na vivência familiar e comunitária que ao contrário de fortalece-los como cidadãos tem levado à caminhos de maior fragilização de seu desenvolvimento como ser humano, e nós temos a finalidade de ofertar um serviço que fortaleça a convivência social, o direito de ser , e a participação através de atividades culturais, esportivas e lúdicas e de formação para o mundo do trabalho, trabalhando sempre de forma continuada e planejada na perspectiva de que as crianças e os adolescentes devem ser respeitadas como seres humanos dotados de inteligência, aptidões, sentimentos e limites e que precisam de auxílio no seu desenvolvimento físico, psicológico e moral. Nesta perspectiva quando atingem a idade de ingressar no mercado de trabalho estejam preparados para terem um novo rumo de vida através do trabalho, do acesso as oportunidades que antes não tinham”. Uma referência para o grande Oeste Universitários de Itapiranga que vieram conhecer o trabalho desenvolvido em Chapecó O trabalho desenvolvido em Chapecó pela Ong Verde Vida chama a atenção de outros municípios catarinenses, como é o caso de Itapiranga. De lá para cá, foram 3 horas de viagem mas de acordo com a professora do cursos, Adriane Inês Dalbosco, a experiência é muito agregadora. “A realidade que se tem em Itapiranga é diferente da realidade de Chapecó, não é que não temos bairros carentes, mas, por ser um município de cultura alemã, a sociedade acaba por camuflar. Abordar a questão social em sala de aula não faz sentido, mas sim ver e conhecer a realidade de um centro muito próximo é de extrema importância”, enfatiza. Sobre o que leva com seus alunos da visita à Ong, a professora destaca o acredita que é possível estes jovens ter uma vida melhor e mais digna. “Levamos a possibilidade de acreditar no ser humano! Eu gosto muito de saber que pode- se ter uma vida feliz, digna e ser um cidadão de bem.”, exemplifica. “O ser humano não precisa se acomodar e nem a sociedade. Esses jovens vieram conhecer uma realidade diferente da deles, e quem sabe, com isso, podem iniciar um trabalho social no terceiro setor, para também poder tirar jovens de uma situação de vulnerabilidade. Adriano registrou todo o processo de separação e coleta de resíduos reciclados Tamires Camile Wenzel e Adriano Vert Jr afirmam que levam para casa da visita um exemplo educativo oferecido pelos programas socioeducativos. A aluna acredita que educação está em primeiro lugar.“É preciso conscientizar que dá para viver de uma maneira melhor”. Ela elogiou o trabalho das oficinas. Para Jr, a conscientização ambiental é importante e demonstra um lado triste que é a ineficiência de muitas empresas em não dar a destinação correta. “Aprendemos que é preciso e importante a separação do resíduo, e além disso, esta reciclagem dá emprego, renda, e gera educação às pessoas”. " />

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Um transformador de realidades

22/09/2017 16:12:53

Ao completar 23 anos nesta terça-feira (19), a Ong Verde Vida cumpre um ciclo importante na região do bairro São Pedro, oferecendo, emprego, renda e oportunidade de transformação para jovens adolescentes.

João Gabriel Pereira tem apenas 8 anos e já sabe da importância de reciclagem do lixo. Pela primeira vez na última sexta-feira (15) ele teve o contato de saber para onde vai o lixo depois que ele é separado em casa.João Gabriel conheceu junto a sua turma de escola a Ong Verde Vida. Ele visitou a produção onde o lixo é selecionado, e aprendeu um pouco mais do que a professora Maristela Zanchet já trabalha em sala de aula. O menino mora junto com os pais e uma irmã, e afirma que na casa dele tem duas lixeiras e que fazem a separação do resíduo orgânico. Na escola não é diferente, aluno do Exponencial, ele diz ter lixeiras para o orgânico e reciclável, e que por lá todos reciclam. Na vinda para a Ong eles aproveitaram e trouxeram dois sacos de resíduos para a reciclagem.

João Gabriel se surpreendeu da quantidade de resíduo que pode ser feita a reciclagem

Segundo a professora Maristela, a reciclagem é trabalhada desde o primeiro ano, onde é ensinada a importância dos cuidados no descarte do lixo. “A escola á um complemento do que a família já ensina desde pequenos, e a gente tem o papel de reforçar. Nós todos precisamos cumprir esse papel que é importante”, destaca. Esta escola representa outras tantas que visitam a Ong Verde Vida e repassam para seus alunos da importância ambiental da reciclagem.

Para a Ong Verde Vida, que completa 23 anos nesta terça-feira (19), a reciclagem surgiu como um trabalho ambiental, mas no decorrer desta caminhada o compromisso ficou cada vez maior, e hoje, o ciclo da reciclagem possui um papel muito mais amplo, trazendo emprego, renda e resgate social de famílias e crianças em vulnerabilidade. Para Odair Balen, hoje, o papel da Ong, antes mais restrito ao bairro São Pedro, hoje é um espelho para toda Chapecó. “O Verde Vida procurou no decorrer dos anos evoluir sintonizado com duas demandas sociais fortes: a questão ambiental e a inclusão social".

A ONG abre espaço para visitas de Chapecó e toda região para falar do papel ambiental e social da ONG

Para Balen a partir dessas diretrizes, busca-se alcançar resultados relevantes à comunidade. "Muitos adolescentes atendidos, hoje são pais de família, buscam na vida tudo que ela pode oferecer, graças ao aprendizado de valores, à percepção de que com o próprio esforço podem sair da pobreza e das limitações da mesma, viabilizam-se como seres humanos, e não comprometem seu futuro. São inúmeras as experiências bem sucedidas graças às oportunidades oferecidas nas oficinas de convivência educativa oferecidas pelo Verde Vida. Qualquer cidadão ou empresa pode ser parte ativa dessa transformação. Basta auxiliar o Verde Vida. Conheça um pouco mais do Programa consultando nosso site www.verdevida.org.br, facebook/Ong Verde Vida”.

Sara Piaia é assistente social da Ong e conhece bem a realidade dos jovens atendidos. Ela participa desde a seleção dos jovens e acompanha a evolução através do atendimento socioassistencial realizado juntamente com a psicóloga Aline Ricardi. “ Eles chegam aqui vivendo situações de vulnerabilidades sociais e de risco como abaixa auto estima, pela situação social a qual vivem, ou por estarem passando por processos na vivência familiar e comunitária que ao contrário de fortalece-los como cidadãos tem levado à caminhos de maior fragilização de seu desenvolvimento como ser humano, e nós temos a finalidade de ofertar um serviço que fortaleça a convivência social, o direito de ser , e a participação através de atividades culturais, esportivas e lúdicas e de formação para o mundo do trabalho, trabalhando sempre de forma continuada e planejada na perspectiva de que as crianças e os adolescentes devem ser respeitadas como seres humanos dotados de inteligência, aptidões, sentimentos e limites e que precisam de auxílio no seu desenvolvimento físico, psicológico e moral. Nesta perspectiva quando atingem a idade de ingressar no mercado de trabalho estejam preparados para terem um novo rumo de vida através do trabalho, do acesso as oportunidades que antes não tinham”.

Uma referência para o grande Oeste

Universitários de Itapiranga que vieram conhecer o trabalho desenvolvido em Chapecó

O trabalho desenvolvido em Chapecó pela Ong Verde Vida chama a atenção de outros municípios catarinenses, como é o caso de Itapiranga. De lá para cá, foram 3 horas de viagem mas de acordo com a professora do cursos, Adriane Inês Dalbosco, a experiência é muito agregadora. “A realidade que se tem em Itapiranga é diferente da realidade de Chapecó, não é que não temos bairros carentes, mas, por ser um município de cultura alemã, a sociedade acaba por camuflar. Abordar a questão social em sala de aula não faz sentido, mas sim ver e conhecer a realidade de um centro muito próximo é de extrema importância”, enfatiza.

Sobre o que leva com seus alunos da visita à Ong, a professora destaca o acredita que é possível estes jovens ter uma vida melhor e mais digna. “Levamos a possibilidade de acreditar no ser humano! Eu gosto muito de saber que pode- se ter uma vida feliz, digna e ser um cidadão de bem.”, exemplifica. “O ser humano não precisa se acomodar e nem a sociedade. Esses jovens vieram conhecer uma realidade diferente da deles, e quem sabe, com isso, podem iniciar um trabalho social no terceiro setor, para também poder tirar jovens de uma situação de vulnerabilidade.

Adriano registrou todo o processo de separação e coleta de resíduos reciclados

Tamires Camile Wenzel e Adriano Vert Jr afirmam que levam para casa da visita um exemplo educativo oferecido pelos programas socioeducativos. A aluna acredita que educação está em primeiro lugar.“É preciso conscientizar que dá para viver de uma maneira melhor”. Ela elogiou o trabalho das oficinas. Para Jr, a conscientização ambiental é importante e demonstra um lado triste que é a ineficiência de muitas empresas em não dar a destinação correta. “Aprendemos que é preciso e importante a separação do resíduo, e além disso, esta reciclagem dá emprego, renda, e gera educação às pessoas”.

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