Parte da produção atualmente é destinada à Horta do Verde Vida localizada na área Leste da cidade, e é lá onde se encontra o pavilhão da compostagem. O excedente deste material está disponível a comercialização para a comunidade chapecoense a R$ 1,00 o quilo, pode ser adquirido no local. De acordo com o coordenador do Verde Vida Oficina Educativa, Odair Balen, o repasse de recursos pelo Ministério Público através do Conselho da Comunidade de Chapecó, facilitou a aquisição de equipamentos que retirou todo trabalho físico e acelerou o processo da decomposição. “Antes havia muito trabalho braçal, pouco rendimento, e muito esforço físico, a automatização permitiu uniformizar a qualidade do produto, e tornou célere o processo produtivo”. E completa. “O Verde Vida envolveu-se nessa nova forma de dar uma destinação correta aos rejeitos hortifrutigranjeiros, os quais, junto com a coleta do óleo residual de cozinha tornou nossa região mais correta em relação aos resíduos”. Balen aponta que a iniciativa atende aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, e indica para a comunidade que a preservação do Planeta depende unicamente da atitude individual, ou seja, de como você destina seus recicláveis e outros tipos de rejeitos. Claudiomir Paduani, é funcionário do Verde Vida e responsável pela produção do adubo ele afirma que demora cerca de 70 dias para o adubo estar pronto para o uso. Os misturadores são acionados três meses por dia e são responsáveis pela mistura dos produtos base. Após o prazo de maturação o adubo é peneirado, Na horta ele é misturado com a terra, logo após recebe as mudinhas. Uso na horta Cristiano Gomes de Lima, trabalha na horta desde a implantação em dezembro de 2016, e afirma que somente com adição do adubo orgânico e água é possível ter hortaliças bonitas, desenvolvidas e saudáveis. No local que conta com sete estufas, atualmente estão plantadas mais de 15 variedades de verduras e legumes. O alface é o produto de maior saída. Mensalmente são 1.200 pés produzidos que além de servir o refeitório do Verde Vida, são comercializados a comunidade. Mareci Ribeiro dos Santos,mora na Vila Zonta e é cliente assídua da horta. Ela conta que costuma comprar saladas no local duas vezes por semana acompanhada da irmã. Ontem ela esteve no local por um motivo especial, iria fazer um jantar para a família em comemoração ao aniversário de seu primogênio. “Hoje eu to levando oito pés de alface. Gosto da qualidade, do produto e bom atendimento. Me sinto tão a vontade que as vezes chego e costume ir cortar a alface que levo pra casa”, destaca. Mareci também é cliente do adubo e afirma que em casa também tem uma horta no quintal. “É muito bom”. A Horta fica aberta durante a semana em horário comercial e nos finais de semana das 8h às 11h30. Cristiano afirma que é nos finais de semana o maior movimento, porém durante a semana não faltam clientes e vizinhos em busca de temperos e saladas. " />

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Uma atitude sustentável

16/03/2018 08:36:01

Segundo estimativas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) nos próximos sete anos a produção de lixo no mundo deve ter um aumento de 1,3 bilhão de toneladas para 2,2 bilhões de toneladas. Este fator levanta a responsabilidade que toda população possuí na gestão dos resíduos e o descarte correto de materiais recicláveis.

Nas escolas alternativas são repassadas aos alunos, como o ensinamento de transformar orgânicos em adubos através da compostagem, e pensando no volume desta produção que o Verde Vida em Chapecó, preocupado na gestão de resíduos de empresas, transforma descartes de hortifrutis em adubo orgânico. O sistema é feito através da compostagem de orgânicos mais adição resíduos secos de aviário ou de outros animais e serragem. O adubo orgânico é produzido em um galpão de 300 metros quadrados e neste ano o que antes era manipulado manualmente passou a ser automatizado graças a recursos do Ministério Público.

Parte da produção atualmente é destinada à Horta do Verde Vida localizada na área Leste da cidade, e é lá onde se encontra o pavilhão da compostagem. O excedente deste material está disponível a comercialização para a comunidade chapecoense a R$ 1,00 o quilo, pode ser adquirido no local.

De acordo com o coordenador do Verde Vida Oficina Educativa, Odair Balen, o repasse de recursos pelo Ministério Público através do Conselho da Comunidade de Chapecó, facilitou a aquisição de equipamentos que retirou todo trabalho físico e acelerou o processo da decomposição. “Antes havia muito trabalho braçal, pouco rendimento, e muito esforço físico, a automatização permitiu uniformizar a qualidade do produto, e tornou célere o processo produtivo”. E completa. “O Verde Vida envolveu-se nessa nova forma de dar uma destinação correta aos rejeitos hortifrutigranjeiros, os quais, junto com a coleta do óleo residual de cozinha tornou nossa região mais correta em relação aos resíduos”.

Balen aponta que a iniciativa atende aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, e indica para a comunidade que a preservação do Planeta depende unicamente da atitude individual, ou seja, de como você destina seus recicláveis e outros tipos de rejeitos.

Claudiomir Paduani, é funcionário do Verde Vida e responsável pela produção do adubo ele afirma que demora cerca de 70 dias para o adubo estar pronto para o uso. Os misturadores são acionados três meses por dia e são responsáveis pela mistura dos produtos base. Após o prazo de maturação o adubo é peneirado, Na horta ele é misturado com a terra, logo após recebe as mudinhas.

Uso na horta


Cristiano Gomes de Lima, trabalha na horta desde a implantação em dezembro de 2016, e afirma que somente com adição do adubo orgânico e água é possível ter hortaliças bonitas, desenvolvidas e saudáveis. No local que conta com sete estufas, atualmente estão plantadas mais de 15 variedades de verduras e legumes. O alface é o produto de maior saída. Mensalmente são 1.200 pés produzidos que além de servir o refeitório do Verde Vida, são comercializados a comunidade.

Mareci Ribeiro dos Santos,mora na Vila Zonta e é cliente assídua da horta. Ela conta que costuma comprar saladas no local duas vezes por semana acompanhada da irmã. Ontem ela esteve no local por um motivo especial, iria fazer um jantar para a família em comemoração ao aniversário de seu primogênio. “Hoje eu to levando oito pés de alface. Gosto da qualidade, do produto e bom atendimento. Me sinto tão a vontade que as vezes chego e costume ir cortar a alface que levo pra casa”, destaca. Mareci também é cliente do adubo e afirma que em casa também tem uma horta no quintal. “É muito bom”.

A Horta fica aberta durante a semana em horário comercial e nos finais de semana das 8h às 11h30. Cristiano afirma que é nos finais de semana o maior movimento, porém durante a semana não faltam clientes e vizinhos em busca de temperos e saladas.

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